Economia
Preço dos aluguéis residenciais sobe em fevereiro nas quatro maiores cidades de Pernambuco

Em fevereiro de 2024, o Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR) apresentou um aumento de 1,79%, evidenciando uma desaceleração comparada ao avanço de 4,34% observado em janeiro. Apesar dessa diminuição no ritmo de crescimento, a taxa anualizada experimentou uma elevação, atingindo 8,38% em fevereiro de 2024. Isso representa um incremento de 0,78 ponto percentual em relação aos 7,60% verificados em janeiro de 2024.
Entre janeiro e fevereiro, o IVAR desacelerou significativamente em Porto Alegre, de 9,86% para -3,90%, e moderadamente em São Paulo, de 3,66% para 2,95%. Em contraste, no Rio de Janeiro, a variação mensal cresceu para 3,63%, e em Belo Horizonte, ascendeu a 6,41%.
A taxa interanual acelerou em todas as cidades analisadas. No Rio de Janeiro, a taxa anual saltou de 8,10% para 8,64%. Em Belo Horizonte, observou-se um avanço de 10,55% para 11,01%. Porto Alegre viu sua taxa anual acelerar de 7,44% para 8,36%, enquanto São Paulo experimentou um aumento de 5,73% para 6,61%.
O IVAR foi desenvolvido para medir a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil. Ver mais sobre a metodologia do índice no Box incluído ao final do release.
A próxima divulgação do IVAR ocorrerá em 04 de abril de 2024.
Pernambuco
O preço dos aluguéis residenciais subiu 1,80% em fevereiro, conforme o Índice de Variação de Aluguéis Residenciais. Com o último resultado, a taxa acumulada em 12 meses subiu e atingiu 8,40% no último mês.
Nas quatro maiores cidades de Pernambuco que fazem parte deste índice, Recife, Jaboatão dos Guararapes, Petrolina e Caruaru, não houve queda do preço do aluguel. Na média, apenas as cidades de portes menores ainda mantêm os mesmos preços, apesar do acúmulo das taxas. Na cidade de Petrolina, o aumento foi de 3,65%. Já na capital pernambucana, foi de 6,40%.
Jaboatão dos Guararapes registrou uma alta de 2,95% nos preços do aluguel.
Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Economia, FGV-IBRE.




