Política
Miguel Coelho: “Levem a notícia, digam que me encontraram, digam que me viram!”
O ex-prefeito de Petrolina e atual líder do partido União Brasil no estado qualificou a investigação como um ato "espalhafatoso" e como uma tentativa de perseguição política, reiterando que seguirá com sua pré-candidatura ao Senado sem recuos.

Durante uma inauguração realizada nesta segunda-feira, dia 16, no bairro de São Gonçalo, em Petrolina, Miguel Coelho, pré-candidato ao Senado, adotou uma postura firme e de negação após ter sido alvo da Operação Vassalos, deflagrada pela Polícia Federal em fevereiro de 2026.
O ex-prefeito de Petrolina e atual líder do partido União Brasil no estado qualificou a investigação como um ato “espalhafatoso” e como uma tentativa de perseguição política, reiterando que seguirá com sua pré-candidatura ao Senado sem recuos.
Em seu discurso, Miguel Coelho enfatizou que todo esse cenário tem um claro “viés político” e visa atingir sua família em um ano eleitoral. Ele afirmou que não se deixará intimidar por aqueles que, segundo ele, desejam manter Pernambuco em uma situação de retrocesso.
Reafirmando sua candidatura e negando qualquer irregularidade, Coelho garantiu que continuará com seus planos políticos. Representantes do grupo Coelho também saíram em defesa do ex-prefeito, argumentando que os recursos sob investigação, referentes a emendas parlamentares, foram utilizados em obras. Além disso, criticaram a condução da operação ao destacarem que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se opôs a medidas mais rigorosas sugeridas pela Polícia Federal.
“Levem a notícia, digam que me encontraram, digam que me viram, eu não vou poder está em Petrolina como eu quero, mas eu quero pedir que voces acreditem… Quanto mais baterem no nosso grupo, mais vamos crescer!”, disse Miguel Coelho.




