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Miguel Coelho: o tratamento arrogante com seus apoiadores. Presidentes dos Partidos revoltados

Há uma competição dentro dos bastidores daqueles que apoiam Miguel Coelho para saber quem é mais autoritário para tratar  a imprensa como bem querem. A culpa na verdade é da própria imprensa do Vale do Sãi Francisco que deixou se vender  e, hoje colhe os frutos podres que foi plantado pela arrogante equipe do prefeito. Não é de agora que conhecemos  arrogância  que não é uma novidade no perfil da equipe e do gestor que manda nela.

Só oito dias nos separam das eleições que vai definir se acontecerá ou não segundo turno em Petrolina em 2020. Mas, o que estamos vendo é que o perfil do governo do prefeito Miguel Coelho é o mesmo. E o contorno que aparece é o de um grupo político arrogante, que acredita ter descoberto a roda. O fato de o prefeito  ter escolhido como meio de comunicação as redes sociais e de ter deixado de lado os noticiários tradicionais não significa que possa dizer o que bem entende – tipo dizer que entregou o saneamento do bacia do bairro do Dom Avelar quando todos sabem que está bem longe da conclusão da obras.

Há uma competição dentro dos bastidores daqueles que apoiam Miguel Coelho para saber quem é mais autoritário para tratar  a imprensa como bem querem. A culpa na verdade é da própria imprensa do Vale do Sãi Francisco que deixou se vender  e, hoje colhe os frutos podres que foi plantado pela arrogante equipe do prefeito. Não é de agora que conhecemos  arrogância  que não é uma novidade no perfil da equipe e do gestor que manda nela.

A arrogância porém, tem atrapalhado a equipe do prefeito que agora enfrenta outro desafio: conter a raiva dos presidentes de partidos que estão revoltados por que estão sendo esnobados pelo gestor. Para entender é fácil. Se o prefeito estivesse em baixa nas pesquisas, estaria correndo atrás de candidatos um por um, mas como está bem avaliado, quem quiser que lute para tentar chegar perto dele. O tratamento dispensado aos presidentes dos partidos é ruim, baixo e chega a ser humilhante.Será que nesta semana decisiva vai continuar assim?

Miguel Coelho que decidiu não participar dos debates, fez disso um lema e não fala com ninguém o por quê de ter adotado a estratégia.

Sou Radialista e Blogueiro  e sei que é difícil ficar de plantão na porta de alguém que precisa entrevistar e que está na cômoda posição de não precisar falar. Tal situação faz parte da formação do repórter. Na época em que não existia internet, em situações como essa, o nosso calvário era brutal.

Sempre tive como norma de vida examinar cuidadosamente os conteúdos, tanto dos elogios quanto dos desaforos. Graças a essa prática, fiz algumas correções na minha carreira e encontrei boas pautas que viraram boas notícias que fizeram diferença no Vale do São Francisco, como é o caso da “Lista do Projeto Pontal  e da Codevasf”, que revelou que a família Bezerra Coelho colocara diversos familiares para ganhar terras indevidas. Eu fui xingado por todos os lados. Às vezes, ficava tão bravo  com os desaforos que discutia com o autor do xingamento. Porém , entendi que era preciso mudar. Hoje, entendo que as minhas respostas aos xingamentos viravam munição contra mim. Então, mudei .E, nos últimos  anos, eu respondo assim: “sou repórter e público fatos. Não sou debatedor”. O importante para o repórter é não perder o foco. O resto faz parte do trabalho, ou da lida.

 

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