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Depois de dois meses fechado pelo coronavírus, o famoso pregão da bolsa de valores de Nova York reabre nesta terça-feira, 26, no estilo dos novos tempos. Os operadores não poderão usar transporte público, deverão estar com máscaras, terão a temperatura medida e serão separados por barreiras de acrílico. Nova York foi a cidade dos EUA que mais sofreu com a pandemia, com 200.000 casos e 20.000 mortes. Apenas um quarto dos operadores deve voltar ao pregão presencial hoje, um dia depois do feriado do Memorial Day. A bolsa de Nova York é das poucas no mundo que mantêm um pregão ao vivo. A grande maioria, a exemplo da B3, em São Paulo, realiza as transações eletronicamente. Desde 23 de março, quando o pregão foi fechado ao público, o Dow Jones já subiu 31,6%, recuperando parte dos 35,6% perdidos com o novo coronavírus neste ano. A volta do pregão é emblemática, mas, para além dos simbolismos, é a economia real que vai determinar o quão rápido as empresas listadas vão se valorizar a partir de agora.
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