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Escondendo o jogo: se Julio é Julio, se Odacy é Lula, Miguel é Bolsonaro
"O prefeito é um pouquinho envergonhado de se colocar como aliado do presidente Bolsonaro e certamente os eleitores de Bolsonaro estão vendo isso", afirmou o petista.

Não está bem claro a estratégia de Miguel Coelho em Petrolina que, apesar de toda a comunidade saber da sua ligação com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ainda não vimos o atual gestor da capital do sertão, colocar a imagem do presidente no seu guia eleitoral.
Diferente de Odacy Amorim, que coloca a imagem do ex-presidente Lula no seu guia eleitoral, Miguel Coelho, apesar do seu pai ser o líder do governo no senado, o prefeito ainda não expôs sua posição de aliado ao governo federal.
Na visão de Odacy, os recursos federais na cidade estão “sufocando” outras cidades do Sertão. “O gestor atual (Miguel Coelho) está se escondendo atrás dos convênios federais, da força política e muitas vezes sufocando as cidades da região. A Codevasf, por exemplo, se tornou uma secretaria de Petrolina, poderia estar saneando as áreas irrigadas, mas não há um palmo de saneamento”, afirmou Odacy. O povo de Petrolina vai saber separar, deixa Miguel ir trabalhar com Bolsonaro e me bote na prefeitura que a cidade vai ter outra força”, completou.
De uma coisa sabemos: a estratégia de fugir dos debates eleitorais que até então foram realizados, é marca copiada por Miguel Coelho. Para aqueles que não lembram, Bolsonaro se esquivou de diversos debates como forma de estratégia para não ferir sua imagem de pessoa boa. Bolsonaro tinha medo que os debates demonstrassem que seus argumentos eram pobres quando o assunto era mudar a realidade do País.
Copiando o presidente, o aliado, Miguel Coelho, aprendeu rápido que fugir de debates pode ser uma saída inteligente. Diferente de 2016, onde fazia questão de aparecer, nesta eleição, Miguel Coelho, está tímido, com medo de enfrentar seus opositores frente a frente. O que mudou?
Odacy Amorim (PT), alfinetou o atual prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (MDB), alegando que Miguel esconde a aliança que tem com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). “O prefeito é um pouquinho envergonhado de se colocar como aliado do presidente Bolsonaro e certamente os eleitores de Bolsonaro estão vendo isso”, afirmou o petista.
Se Júlio é Júlio, se Odacy Amorim é Lula, Miguel é Bolsonaro, mas não quer dizer abertamente.



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