
Depois que foi liberado o pagamento de boletos atrasados em qualquer banco, a circulação de R$ 5,1 bilhões de dinheiro em espécie foi evitada com êxito.Como todos sabem, andar com dinheiro em espécie, não é a melhor das ideias. A informação é da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que já cadastrou 1,5 bilhões de títulos na Nova Plataforma de Cobrança, implantada no fim do ano passado.
Segundo a 65% a Febraban, dos documentos foram pagos após a data de vencimento nesse período. Boletos que, antes da Nova Plataforma da Cobrança entrar em vigor, só poderiam ser quitados no banco que emitiu o boleto, o que exigia o saque e o transporte do dinheiro entre um banco e outro.
A Nova Plataforma de Cobrança já registrou, então, 6,6 bilhões de operações, que vão desde inclusão e consultas de boletos, a alterações de informações como vencimento e valor e registro do pagamento dos documentos. A tendência é que esse número só aumente, pois, diante do bom desempenho do sistema, a Febraban espera que 6,6 bilhões de boletos sejam emitidos na Nova Plataforma de Cobrança neste ano, gerando 25 bilhões de operações.
“A economia no uso de dinheiro em espécie foi obtida com 50 milhões de boletos que, no período de dezembro de 2018 a fevereiro deste ano, foram pagos em uma instituição financeira diferente daquela em que foi emitido o boleto”, informou o órgão.


