Política

Câmara de Petrolina: a história do Sapo Cruz e do Escorpião Orlando

A fábula do escorpião e do sapo é uma narrativa tradicional que ilustra a interação entre um escorpião e um sapo.

Na floresta do poder, havia um escorpião sagaz e inteligente a quem todos tinham um grande respeito. Seu nome era Orlando. Apesar de ter atributos incríveis e forte poder de persuasão, Orlando era incapaz de nadar em todo tipo de água, principalmente, nas águas do Rio do Parlamento, onde só entravam aqueles que tinham permissão para nele nadar.

Na floresta também morava outro ser fascinante, seu nome era Sapo Cruz. Por ser habilidoso nadador e ter a permissão para nadar nas águas do Rio Parlamento, Sapo Cruz se achava o maioral. Dizia a todos que jamais seria enganado por qualquer outro ser, até porque se achava melhor que os outros bichos que moravam na floresta.  Durante anos, Cruz e Orlando, que diziam respeitar reciprocamente, sentavam à mesa, comiam e bebiam juntos,e, ao que parece, eram amigos.

Os tempos foram passando e no escorpião Orlando cresceu um grande desejo de atravessar as águas do Rio parlamento e fazer amizades depois do Rio. Mas, quem poderia atravessá-lo com segurança para a outra margem? Orlando então se lembra do Sapo Cruz e decidiu que ele seria a ponte que o ajudaria a conquistar as águas do Rio Parlamento.

Então, orlando, fez uma visita surpresa ao seu “amigo” Sapo Cruz, levando iguarias finas e uma boa conversa que deixaram os olhos do Sapo brilhando, devido à apresentação brilhante de Orlando sobre seus projetos da Floresta do Poder.

Dias depois, o escorpião Orlando solicita ao sapo que o transporte nas costas através do Rio do Parlamento. Embora temeroso de ser picado, o sapo acaba por ceder, após o escorpião prometer que não o ferirá. O escorpião Orlando  argumenta que, se picar, o sapo poderá afundar, resultando na morte de ambos.

Assim, o sapo concorda e inicia a travessia. No entanto, perto da margem do Rio, o escorpião não cumpre a sua promessa e pica o sapo, selando o destino fatal do Sapo Cruz. O escorpião chegou ileso à outra margem, após saltar das costas do sapo. Em agonia, o sapo questiona o escorpião sobre o motivo da traição, ao que este responde: “Lamento, mas não consegui resistir. É da minha natureza.” Essa fábula nos convida à reflexão sobre a essência humana, que frequentemente é autodestrutiva e difícil de mudar. A mensagem que se extrai dessa história é que, em determinadas situações, é crucial saber dizer ‘não’ para evitar ser enganado.

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