Política
Petrolina: a verdade sobre a vida politica de Julio Lóssio : eleito por merecimento ou Fernando Bezerra e Osvaldo Coelho estavam dando as cartas?

Depois que José Coelho se tornou prefeito de Petrolina em 1955, de lá para cá, nunca mais, eu disse, nunca mais, um prefeito foi eleito sem ter o dedo mágico da família Coelho por trás das cortinas.
É fato que muitos tentaram, sem sucesso, furar essa bolha. Foi assim com Joaquim da Kuka, com Edinaldo Lima, Gonzaga Patriota e outros mais.
Mas, falando de prefeitos, muitos acreditam que Julio Lóssio foi um homem fora da curva e que realmente conseguiu a façanha. Será? Então, vem a pergunta: Julio Lóssio foi eleito por merecimento ou Fernando Bezerra e Osvaldo Coelho estavam dando as cartas?
A resposta não é complexa. É bem simples até. E, sim, Julio foi eleito devido ao apoio de Fernando e Osvaldo. Quando Julio apareceu como nome para disputar a prefeitura lá em 2008, todos achavam que ele era o cara diferentão, devido ao seu jeito fácil de comunicar-se, porém, ao longo dos anos, se descobre que tudo não passou de uma grande estratégia politica do grupo Coelho.
Para começar, vale salientar que, o vice-prefeito de Julio Lossio, foi Guilherme Coelho, filho de Osvaldo Coelho. Esse mesmo Guilherme, perto de terminar o segundo mandato de Julio, e aí, um dos filhos de Fernando poderia ser candidato, aliou-se mais uma vez ao grupo dos mosqueteiros de Fernando Bezerra, e fez uma pantomima dizendo que era hora da” família se reagrupar”.
Foi um duro golpe para Julio, que viu seu pupilo, Edinaldo Lima, ser massacrado nas urnas por Miguel Coelho, com apoio de Guilherme. No entanto, a história não para por aí: há quem diga que todos esses acontecimentos já estavam previstos no calendário eleitoral de Fernando Bezerra Coelho.
A teoria conspiratória gira em torno do comando da prefeitura que, para muitos, os oito anos em que Lóssio esteve à frente da prefeitura de Petrolina, foi somente um tempo sabático para que Fernando Bezerra se recompusesse, e traçasse um novo cenário.
Daí, as especulações sobre o atual prefeito se entrelaçam com o que aconteceu tempos atrás com Odacy Amorim, que foi rifado pelo PSB e, não pôde participar do pleito de 2008.
Essas estratégias políticas, só reforçam a ideia da genialidade ímpar que permeia a cabeça de Fernando Bezerra, que, quer queira ou não, ocupou o vácuo deixado por Nilo Coelho, que também era outro gênio articulado politicamente.
Parte dessa teoria, nos leva a crer que poderemos ter nessas eleições vindouras, um prefeito eleito e, que não tenha sobrenome Coelho, nem Durando, mas sim, alguém que Fernando Bezerra já tem no seu livro. Pode ser Julio Lóssio? Pode. Pode ser outro personagem? Pode.
E, pode até mesmo ser o próprio Guilherme Coelho. Vale salientar que são apenas teorias, e poderemos queimar a nossa língua, e nada ser o que estamos a comentar. O que realmente vale saber é que o cerne da questão é: comandar essa riquíssima prefeitura.
O fato é que desde 1955, depois que José Coelho se tornou prefeito de Petrolina, de lá para cá, nunca mais, eu disse, nunca mais, um prefeito foi eleito sem ter o dedo mágico da família Coelho por trás das cortinas.
Acredite se quiser!
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