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Petrolina: casas encostadas no muro do Cemitério Campo das Flores foram arrombadas nesta quinta, 13

Ontem, por exemplo, o Cemitério campo das Flores, que fica na Avenida das Nações , foi invadido e teve o muro quebrado para  a feitura de um grande buraco que dá acesso a residências e lojas que estão encostados na parede do cemitério.

Sem segurança e com várias peças em bronze à mostra, os cemitérios públicos de Petrolina sempre foram alvo de ladrões. Mas de uma semana para cá houve mudança na forma de roubo. Os ladrões estão roubando residências e lojas encostadas nos muros dos cemitérios.

Ontem, por exemplo, o Cemitério campo das Flores, que fica na Avenida das Nações , foi invadido e teve o muro quebrado para  a feitura de um grande buraco que dá acesso a residências e lojas que estão encostados na parede do Cemitério e que ficam na Rua Barão do Rio Branco.

Um ateliê de costura foi invadido, bem como outras lojas que tiveram bens roubados. Segundo funcionários, que pediram para não ter o nome divulgado, os bandidos aproveitam o  período da madrugada , para destruir as paredes e arrombar os casas e lojas. “Eles furtam tudo, não perdoam nada”, reclama.

Os suspeitos seriam usuários de drogas da região ou catadores de sucata que aproveitam a fragilidade da segurança para furtar o cemitério e tudo que estiver ao alcance. Um dos funcionários contou que levou dois cachorros para fazer barulho à noite, quando alguém pulasse o muro, mas os animais foram envenenados e morreram na semana passada.

Com muros baixos, a situação mais alarmante é no cemitério Campo das flores, que não tem porteiro e muito menos câmeras de segurança. Nesta sexta-feira (14), os funcionários e donos das lojas e das  residenciais procuraram a Polícia Civil para registrar o arrombamento.

Bandidos quebraram o vidro e tentaram entrar em uma loja e, mesmo quebrando a vidraça, o  ladrão não conseguiu entrar no local, mas os funcionários não sabem o porquê. “A gente precisa de mais segurança, de rondas constantes da Guarda Municipal para evitar esse tipo de crime”, lamenta um dos servidores.

Compartilha da mesma opinião, a zeladora Maria Adelina, 80 anos. Ela conta que frequenta o cemitério há 45 anos e que o espaço sempre foi alvo de bandidos, mas que era uma vez ou outra. “Hoje o perfil mudou. Antes eram pessoas que furtavam em datas comemorativas, como os Dia das Mães, para comprar presentes. Hoje não, a gente sabe que são usuários de drogas”, lamenta.

A Prefeitura de Petrolina não respondeu aos questionamentos dos moradores e nem comentou por que a Guarda Municipal faz poucas rondas no entorno dos cemitérios.

Veja imagens abaixo:

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