Política
Auditorias em Câmaras municipais devido improbidades administrativas podem acontecer no início de mandato de novas Mesas Diretoras
Esse tipo de situação está se repetindo em diversas Câmaras municipais no Brasil, onde ex-presidentes; se condenados. poderão ter seus direitos eleitorais revogados devido a atos de improbidade administrativa

Início de uma nova legislatura é sempre tensa. Vereadores novos que precisam aprender como funciona o Regimento de uma Casa legislatriva, mudança de gabinetes e mudanças nas mesas diretoras. Tudo isso,demanda tempo e dinheiro. Para aquelas Casas que formaram um nova mesa diretora, os cuidados devem ser dobrados. Isso por que, se não houver uma consulta sobre as contas públicas, um erro pode recair na cabeça de quem está assumindo essa grande responsabilidade.
Esse tipo de situação está se repetindo em diversas Câmaras municipais no Brasil. O fato é que alguns ex-presidentes deixaram rombos financeiros imensuráveis em diversas Câmaras e, se condenados por seus erros, poderão ter seus direitos eleitorais revogados devido a atos de improbidade administrativa.
Dona Petronília e seus quatro filhos
Era uma vez quatro irmãos, filhotes de Petronília, porém cada um com um pai diferente. O primeiro, o mais tímido, se chamava Orioso. O segundo, que era mais astuto, chamava-se Gildésio. O terceiro, o favorito da mãe e em quem ela depositava confiança, se chamava Zukero. E por último, havia o mais novo e observador de todos, Begrail.
A mãe, sempre lutando para proporcionar uma boa vida aos filhos, um dia decidiu que precisava de alguns dias para descansar. Como as aulas ainda estavam em andamento nas escolas, ela reuniu os meninos, atribuiu uma tarefa a cada um e informou que, enquanto estivesse fora, Zukero, seu filho predileto, seria o responsável por tudo em casa, inclusive, pela reforma da nova área de serviço que ela desejava há muito tempo.
Com isso, entregou 33 mil reais a Zuchero e forneceu as direções para as contas a pagar e a receber, além de assegurar que nunca faltasse alimento para seus irmãos enquanto ela estivesse visitando a família. Gildesio, Orioso e Begrail aceitou a proposta sem hesitar e não fizeram reclamações.
O tempo passou, a mãe viajou e agora a responsabilidade recaía sobre Zukero. Na primeira semana, tudo correu bem. No entanto, a partir da segunda, começou a haver escassez de alimentos para os irmãos. Zukero se tornou arrogante, mandão e ignorava as queixas dos irmãos. As contas começaram a chegar, mas nada foi mencionado sobre as contas a pagar e receber. Quando a mãe retornou, Zukero decidiu quitar algumas dívidas, cobrar outras e abastecer a despensa com comida. Ao voltar, seus filhos a receberam com alegria.
Durante o jantar, a mãe revela o propósito de sua viagem e pergunta como foram os dias em que estiveram separados. Zukero, desconfiado, responde que tudo ocorreu bem. No entanto, a mãe o interrompe, afirmando que a situação não foi exatamente essa.
Mesmo estando fora, ela acompanhou tudo pela internet e percebeu que algumas contas não foram quitadas e que houve pendências financeiras que não foram creditadas em sua conta. Os pedreiros tinham informado à mãe que não receberam seus pagamentos e a obra teve que parar. Zukero ficou sem palavras. Pensou em culpar os irmãos, alegando que tinha gastado dinheiro com eles, mas então Begrail, o irmão mais novo, se levantou,contestou a postura de Zukero, falou do seu comportamento que mudou com a responsabilidade que lhe fora dada e, sugeriu uma auditoria para investigar o destino do dinheiro.
Os demais irmãos concordaram e, assim, a verdade surgiu: parte do dinheiro havia desaparecido. A mãe indagou sobre o que tinha acontecido com os 33 mil reais que ela havia deixado em caixa. Dona Petronília ficou abatida ao descobrir que seu filho havia guardado uma parte do dinheiro em uma conta pessoal de um amigo, justificando que guardara o dinheiro para sua formatura e que isso era parte do seu plano, por que gostaria de fazer uma surpresa para a família.
No entanto, fiel aos seus princípios, Petronília decidiu expulsar o filho de casa, enviando-o de volta ao pai e deixando claro que jamais confiaria nele novamente apenas por conta de emoções. Te lembra algo nessa estória?




