
No próximo sábado (29), as mulheres que se posicionam contra a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à presidência da República ganharão às ruas de todo mundo. Na Alemanha, Portugal, Espanha, Estados Unidos, Inglaterra, Canadá, França e Argentina já existem eventos públicos marcados para as não-apoiadoras do presidenciável.
Neste momento de polarização dos extremos, o simbolismo da mobilização em diversos países do mundo mostra o quanto esta eleição de 2018 tem seu diferencial no contexto político-eleitoral brasileiro.
Em Pernambuco, também no sábado (29), o grupo “Mulheres Unidas contra Bolsonaro” no Facebook, que representam as pernambucanas que se conheceram na comunidade virtual organizam um ato de resistência a Jair Bolsonaro. A manifestação acontecerá na Praça do Derby, a partir das 15h.
Eleitores no exterior
Este ano, o número de brasileiros no exterior aptos a votar aumentou 41,37%, são 500 mil 727, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para atender esse contingente serão enviadas urnas para 171 localidades em 99 países. Segundo a chefe da Zona Eleitoral do Exterior (ZZ), Juliana Caitano, a votação no interior da China não foi possível em 2014.
“Este ano, vamos fazer [a votação] no interior do país”, disse. “Também faremos a votação no interior do Vale do Bekaa [no Líbano], que é uma comunidade que mora em uma montanha muito isolada. Como eles moram em uma área de conflito, não conseguem sair do vale e votar em Beirute”, acrescentou.
“Este ano, vamos fazer (a votação) no interior do país”, disse. “Também faremos a votação no interior do Vale do Bekaa [no Líbano], que é uma comunidade que mora em uma montanha muito isolada. Como eles moram em uma área de conflito, não conseguem sair do vale e votar em Beirute”, acrescentou.
*Com Folhapress




