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Quem cala consente: oposição petrolinense fica parada enquanto Miguel Coelho diz o que quer, mesmo sendo mentira
Qual é a mentira? Aonde que qualquer candidato em Petrolina tem mais de 70% de preferencia do povo? E porque os candidatos de oposição não gritam, esperneiam? Tá uma droga essa campanha, tá um horror! A indignação me sobe à cabeça de uma forma tão contundente que chegar a sentir o ar ao meu redor querendo gritar e gritar. Eu sofro! Mas, nem por isso deixarei minhas convicções serem levadas pelas chuvas que caíram na cidade nos últimos dias.

Nós já acompanhamos várias eleições e vimos diversos candidatos passarem pelas Terras dos Impossíveis e, nunca, nunca mesmo, pensei que viria o que vejo nos dias atuais: uma oposição de boca fechada.
Temos cinco candidatos altamente qualificados, todos com nível superior, homens inteligentes e capazes de levar Petrolina para dias melhores. Lá no início da campanha eu pensava: Agora vamos ter debates e uma campanha super disputada onde todos vão falar e mostrar a realidade dessa cidade.
Verdade
Petrolina não é esse doce de leite que todos falam. Aqui existem desigualdades que superam qualquer outro município em Pernambuco. Apesar de sermos conhecidos como um maiores exportadores de frutas do País, o dinheiro grosso vai pras mãos de poucos. Somente as migalhas sobram para quem de fato dá duro para manter esse “status” de Terra da irrigação.
Usando um adágio antigo, diria para as alas de oposição a Miguel Coelho que “quem cala consente”. Diversas pesquisas encomendadas pelo grupo do Senador dão larga vantagem ao atual prefeito, e o mais engraçada e triste é ver que a oposição engole essas mentiras inventadas por um grupo de”boyzinhos” com suas pastas caras.
Qual é a mentira? Aonde que qualquer candidato em Petrolina tem mais de 70% de preferencia do povo? E porque os candidatos de oposição não gritam, esperneiam? Tá uma droga essa campanha, tá um horror! A indignação me sobe à cabeça de uma forma tão contundente que chegar a sentir o ar ao meu redor querendo gritar e gritar. Eu sofro! Mas, nem por isso deixarei minhas convicções serem levadas pelas chuvas que caíram na cidade nos últimos dias.
Acorda oposição. A cidade quer ouvir a voz do contrário.

Em 1892, Munch registrou em seu diário o que viria a ser o impulso para a produção de sua mais célebre obra.
Caminhava com dois amigos pelo passeio, o sol se punha, o céu se tornou repentinamente vermelho, eu me detive; cansado, apoiei-me na grade – sobre a cidade e o braço de mar azul-escuro via apenas sangue e línguas de fogo – meus amigos continuaram a andar e eu permanecia preso no mesmo lugar, tremendo de medo – e sentia que uma gritaria infinda penetrava toda a natureza.




