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“Quem nunca deu tapa no filho e se arrependeu?”, diz Bolsonaro sobre Geisel


deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) , pré-candidato à presidência da República, diminuiu a importância dos documentos secretos do Departamento de Estado dos Estados Unidos revelados na quinta-feira (10). Os papéis, assinados pelo chefe da CIA, a agência de inteligência dos EUA, aponta que Ernesto Geisel , um dos militares que presidiu o Brasil durante a ditadura militar , sabia e aprovou os assassinatos em massa de adversários do regime.
“Errar, até na sua casa, todo mundo erra. Quem nunca deu um tapa no bumbum do filho e depois se arrependeu? Acontece”, disse Bolsonaro à rádio do jornal Super Notícia , em Belo Horizonte, nesta sexta (11).
O deputado também argumentou que o diretor da CIA pode ter se equivocado na redação do relatório. “Quantas vezes você não falou no canto: tem que matar mesmo, tem que bater mesmo, tem que dar canelada, tem que dar uma de Junior Baiano e entrar com os dois pés no pescoço do adversário. Você já falou isso. Talvez o cara tenha ouvido uma conversa como essa, feito o relatório e mandou”, cogita o presidenciável.
Por fim, Jair Bolsonaro afirmou que a divulgação do documento por pesquisadores tem o intuito de prejudicar sua candidatura, já que ele é franco apoiador da ditadura militar que vigorou no Brasil entre 1964 e 1982.
Documento estarrecedor
O documento secreto liberado pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos revela que o ex-presidente Ernesto Geisel aprovou a continuidade das “execuções sumárias” dos adversários do regime militar, referidos como “subversivos” e “terroristas”. Além de permitir os assassinatos, ele orientou a centralização das ações no Palácio do Planalto através do Serviço Nacional de Informações (SNI).
Segundo o documento assinado pelo então Diretor de Inteligência da CIA, William Egan Colbim, encaminhado ao Secretário de Estado, Henry Kissinger, o então recém-empossado presidente Ernesto Geisel (1974-1979) decidiu “continuar as execuções sumárias de adversários” da ditadura militar no Brasil, e ainda teria orientado o então chefe do SNI, João Baptista Figueiredo, que o substituiria no poder em 1979, a autorizar pessoalmente os assassinatos, levados a cabo pelo Centro de Inteligência do Exército (CIE). Com isso, o militar assumiria as execuções, trazendo os assassinatos para dentro da cúpula do Planalto.

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