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Ostracismo: Fernando Bezerra, tem apenas uma saída.Ou vai ou racha

Fernando Bezerra Coelho, começou sua carreira como administrador do Curtume Moderno, em Petrolina, onde foi superintendente de agosto de 1979 a abril de 1982; e depois superintendente da Autarquia Educacional do Vale do São Francisco.
Elegeu-se deputado estadual de Pernambuco em 1982, pelo PDS, também filiado ao PFL e ao PMDB, onde elegeu-se deputado federal Constituinte (1987-1991), sendo reeleito em 1990. Em 1992, Fernando se elegeu pela primeira vez prefeito de Petrolina.Em 2000 já filiado ao PPS, Fernando retorna é eleito e reeleito em 2004. No final de 2006, Fernando renuncia ao restante de seu terceiro mandato na prefeitura de Petrolina para assumir a Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco e presidir o Complexo Portuário do Porto de Suape na gestão do governador Eduardo até fins de 2010.
Em 2011, compôs a equipe ministerial de Dilma Roussef, e se tornou Ministro da integração nacional. Já em 2013, deixou o cargo para disputar uma vaga no senado no ano seguinte pelo seu novo partido, PSB, que estava rompendo com o governo.
Em setembro de 2017, anunciou sua saída do(PSB), por discordar da posição oposicionista ao Governo Temer que o partido passou a adotar. Logo após, confirmou seu retorno ao agora MDB, partido que foi filiado entre 1986 e 1998.
Perceba que na trajetória politica de Fernando Bezerra, ele só não ocupou dois cargos: O de governador e o de Presidente. A segunda opção, ele pode esquecer, mas, ser governador de Pernambuco, sempre foi seu grande objetivo. No entanto, o tempo dele é escasso, haja visto,que 2018 chegou para ser a sua última investida, naquilo que ele tanto almeja. Porém, no seu caminho, existem duas Pedras: Armando Monteiro e Mendonça Filho.Ambos, em pesquisas para o governo estadual, estão à frente do senador, que infelizmente, traz consigo uma pecha muito dura, e que vai certamente atrapalhar seus planos. Ele é chamado de Senador golpista, e os eleitores pernambucanos, tem “ojeriza” daqueles foram a favor do golpe politico de 2016.
Em 2022, não será mais viável a candidatura de Fernando Bezerra, e isso poderá trazer consequências gravíssimas, para quem desde 1982, milita na política. O ostracismo politico, já ronda Fernando Bezerra, que agora, coloca seus filhos na politica, para não deixar o legado familiar morrer.
Para quem não sabe, a família Coelho, sempre cresceu, em regimes não democráticos. Foi assim no golpe de 1964. Naquelas épocas, a Família Coelho, se fortaleceu grandemente no Estado, ao ponto de Nilo Coelho, ser nomeado pelos militares como Governador de Pernambuco. Agora, 2016, a força do grupo Coelho, também é muito forte, já que Temer, instituiu um governo anti-democrático. Michel Temer, tem em Bezerra um forte aliado no Estado, e isso é muito, mas muito ruim para quem deseja ser governador de Pernambuco.
Fernando Bezerra, tem a sua última chance. Ou vai ou realmente vai rachar!
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