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A Lei Maria da Penha completa 13 anos,porém assassinatos de mulheres crescem assustadoramente
As histórias de várias sobreviventes da violência doméstica podem se juntar a milhares de outras, mas muitas só podem ser contadas por quem ficou com a saudade.

Casos e mais casos absurdos de mortes e tentativas de assassinatos de mulheres tem se tornado uma realidade cruel no Brasil e no mundo. O que falar de homens que, além de suas companheiras, também se vingam nos próprios filhos e chegam as vias de fato, e cometem crimes estarrecedores?
Homens inconformados com fins de relacionamentos matam pelo simples de não aceitarem que a mulher não quer mais viver aquela vida ao seu lado. Como justificar essas reações? cicatrizes no corpo de uma mulher, no interior do Piauí? Foram as respostas do ex-marido, porque ela também queria ir embora.
As histórias de várias sobreviventes da violência doméstica podem se juntar a milhares de outras, mas muitas só podem ser contadas por quem ficou com a saudade.
Em 13 anos da lei Maria da Penha, o Brasil se movimenta para salvar mulheres, mas enterra cada vez mais vítimas da violência doméstica. Nos últimos três anos, o feminicídio matou 12 mil mulheres e quase 900 mil pediram medida protetiva em todo o Brasil. A medida protetiva foi criada para manter o agressor distante da vítima. Mas isso nem sempre acontece. Muitas vezes a mulher está sozinha quando o parceiro se aproxima. A função da patrulha Maria da Penha é fazer a diferença entre a vida e a morte.



