
Ontem, 11/02/19, em um acidente provocado com a queda de um helicóptero, mais uma FATALIDADE faz tombar um dos personagens mais benquistos e sensatos na área do jornalismo imparcial do Brasil, e conhecido e reconhecido à nível internacional.
A comoção invade o sentimento de todo cidadão brasileiro que, de alguma maneira, está atento às notícias do Brasil nas áreas diversas de atuação de um profissional do nível de Ricardo Boechat. Apesar de se registrar neste início de ano alguns episódios catastróficos que ceifaram a vida de centenas de pessoas inocentes e de valor vital semelhante ao jornalista, este, por sua vez, por estar em destaque de atuação na mídia, com tamanho respeito adquirido, chama mais a atenção e “rouba” a comoção à priori focada às vítimas de Brumadinho e dos jovens do Flamengo.
Em momentos como este é comum, por parte de alguns “cristãos”, atribuir a Deus a responsabilidade de FATALIDADES que tenham ceifado vidas que estejam em evidência e que, em algum momento de sua vida, tenham manifestado pensamentos contrários àqueles que divirjam da Bíblia, a qual é o conjunto de princípios que deve nortear a vida do homem.
Ao homem, Deus, o criador de todas as coisas, deu o livre arbítrio que o permite escolher entre crer n’Ele – o que só é possível através da Bíblia – ou caminhar por princípios outros, os mais diversos e contrários à esta revelação de Deus.
Entendo, então, que o Deus que deu a liberdade a este homem, também respeita sua escolha, mesmo que esta tente desfazer dos Seus ensinamentos.
Boechat, declaradamente ateu, em uma de suas falas, fez um deboche à teoria criacionista, o que, por alguns, está sendo a “causa” de sua morte.
O Deus no qual creem os genuínos cristãos jamais “mataria” alguém simplesmente por não aceitar a Bíblia ou até mesmo debochar dela. Se assim o fosse muitos, no mundo inteiro, já teriam suas vidas ceifadas de forma exemplar por falarem heresias, o que inclui vários “pastores” e líderes religiosos de vários outros títulos.
Já não estamos subjugados à lei do Antigo Testamento, a qual é negativa e punitiva, atribuindo punições severas àqueles que a transgredissem, mas estamos debaixo da GRAÇA MISERICORDIOSA e salvífica de um Deus que alerta para a consequência do pecado, mas dá sempre uma nova oportunidade de reconciliação.
Com isso creio que todas as vidas ceifadas neste início de ano, o que inclui o jornalista e o piloto, tiveram a oportunidade de se reconciliar com o único Deus que salva, mediante arrependimento sincero.
“…hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23.43) foi dito por Jesus ao ladrão que morrera do Seu lado, quando este, sem nenhum tempo a perder, o reconheceu como Deus e, arrependido, suplicou reconciliação.
Que Deus, que é misericordioso, cuide das famílias enlutadas.
Firme na Rocha!


